terça-feira, 29 de março de 2016

8 PRAIAS DE PARATY QUE VALEM A VISITA

Paraty é conhecida dentro e fora do Brasil por seu casario colonial e as ruas de pedra que se enchem d’água durante a alta maré. Some a isso grandes eventos (como a FLIP), uma requintada gastronomia e ampla rede hoteleira.
Mas a cidade na Costa Verde do Rio de Janeiro tem muito mais a oferecer. As praias de Paraty e região são simplesmente lindas, embora ainda muito desconhecidas, assim como suas ilhas.

1. ILHA DO PELADO
Praias de Paraty - Ilha do Pelado (Foto: Cortesia de Claudia Zamora)

2. LAGOA AZUL
Praias de Paraty - Lagoa Azul (Foto: Cortesia de Claudia Zamora)

3. PRAIA DO MEIO (TRINDADE)
Praias de Paraty - Praia do Meio em Trindade (Foto: Cortesia de Claudia Zamora)

4. PRAIA DO CRUZEIRO
Praias de Paraty - Praia do Cruzeiro (Foto: Cortesia de Claudia Zamora)

5. SACO DO MAMANGUÁ (VISTO DO PICO DO PÃO DE AÇÚCAR)
Praias de Paraty - Pico do Pão de Açúcar (Foto: Cortesia de Claudia Zamora)

6. PARATY-MIRIM
Praias de Paraty - Paraty-Mirim (Foto: Cortesia de Claudia Zamora)

7. JURUMIRIM
Praias de Paraty - Jurumirim (Foto: Cortesia de Claudia Zamora)

8. PRAIA VERMELHA
Praias de Paraty - Praia Vermelha (Foto: Cortesia de Claudia Zamora)

segunda-feira, 7 de março de 2016

85 atrações grátis em em Londres


A libra deu uma super valorizada nos últimos meses, logo Londres transformou-se em um destino caro para quem ganha em real . Porém, como Londres é uma das cidades mais incríveis do mundo (para mim, é a mais incrível), seguem 85 atrações grátis em Londres, isso mesmo 85 coisas para fazer de graça na cidade. A boa notícia é que praticamente todos os museus da cidade são gratuitos, assim como várias outras atrações bacanas. Vai até sobrar dinheiro para uma voltinha na London Eye
1) Piccadilly Circus. A “Times Square” de Londres.
2) Estátua de Eros. A ideia era homenagear Anteros, irmão de Eros, mas parece que o homenageado em questão foi mesmo o Eros. Aparentemente os deuses eram muito parecidos fisicamente.
3) M&M World’s. Entre Piccadilly Circus e Leicester Square. Vale a pena entrar, ver o colorido, ver as personagens em “situações londrinas” e tirar umas fotos. Infelizmente os doces são carinhos.
Londres
4) Leicester Square. A rua dos cinemas e teatros. Com sorte, se estiver rolando uma première, é possível ver atores famosos.
5) Chinatown. Um pedaço da China em Londres.
6) Soho. Já foi o “Red Light District” de Londres, mas hoje é um bairro descolado. Destaque para as lojas de produto vintage.
7) Carnaby Street. Uma rua só para pedestres, cheia de lojas exclusivas. Olhar não custa nada
8) Covent Garden. Há sempre artistas de rua e uma multidão apreciando as performances. Um dos meus lugares preferidos em Londres.
9) Stanfords. A maior livraria de viagens do mundo.
10) Oxford Street. A rua comercial mais movimentada da Europa. Repare nas vitrines. Londres dá um show de vitrinismo. As compras não são grátis, mas a Primark faz a festa dos brasileiros.
11) Regent Street. Outra rua comercial bastante movimentada da cidade. É lá que fica a loja da Apple. Dá para usar a internet de graça.
12) Hamleys. Maior loja de brinquedos da Europa. Vale a pena entrar e dar uma olhada. São 7 andares!
13) Marble Arch. Monumento que foi construído em 1827 na entrada do palácio de Buckingham. Depois, foi movido para a junção das ruas Oxford St, Park Lane e Edgware Road (morei nesta última).
14) Hyde Park. Parque mais famoso da cidade.
15) Speaker’s Corner. Entrando no Hyde Park pelo Marble Arch, é bem fácil de encontrar. Lugar onde as pessoas reclamam do que quiserem (menos da rainha). Elas sobem no banquinho e colocam a boca no trombone (ou quase).
16) Arco de Wellington. É o arco da Constituição.
17) Kensington Gardens. Mais um dos parques reais e fica do lado do Hyde Park.
18) Albert Memorial. Fica dentro do Kensington Gardens. Monumento em homenagem ao falecido príncipe Albert.
19) Estátua do Peter Pan. Para os fãs, fica dentro do Kensington Gardens.
20) Palácio de Kensington. Uma das inúmeras residências reais e hoje é a residência do príncipe William e da Kate. A visita é paga, mas dar uma espiadinha e ver onde o casal mais famoso do mundo mora é grátis.
21) Serpentine Gallery. Galeria de arte moderna.
22) Victoria & Albert. É o maior museu de arte e design do mundo.
23) Museu da Ciência. É o museu mais interativo da cidade e conta a história da evolução da ciência. As crianças adoram.
24) Chelsea. Famoso para muitos por causa do time do mesmo nome, é um dos bairros mais chiques de Londres.
25) Museu da História Natural. Meu museu preferido no mundo (e olha que eu não curto muito museus). Simplesmente fantástico!
26) Harrods. A loja de departamentos mais luxuosa de Londres. Você pode até não comprar nada, mas vale a pena conhecer.
27) Palácio de Buckingham. Residência Oficial da Rainha. Tirar uma foto na frente e apreciar a arquitetura é grátis.
Londres
28) Troca da Guarda. 
É recomendável chegar com pelo menos uma hora de antecedência, pois o lugar fica lotado.
29) Victoria Memorial. Fica em frente ao Palácio de Buckingham e é uma homenagem à rainha Victoria.
30) Green Park. Fica do lado do Palácio de Buckingham.
31) Tate Britain. Coleção de arte dos principais artistas britânicos.
32) St James’s Park. É o mais antigo parque real de Londres. Nesse parque você consegue ótimas fotos da London Eye e do Palácio de Buckingham.
33) Avenida The Mall. Sem saída, cercada de árvores e bandeiras do Reino Unido.
34) St James Palace. Dar uma olhada (por fora) no palácio que tem a arquitetura da dinastia Tudor e tirar uma foto com um dos guardas da rainha (aqueles super sérios). Grátis!
35)Trafalgar Square. Principal praça da cidade e que celebra a Batalha de Trafalgar (em que os ingleses derrotaram Napoleão) e onde você pode tirar a tradicional foto com os leões.
36) National Gallery. Uma das principais galerias de arte do mundo.
37) National Portrait Gallery. Tem a maior coleção de retratos do mundo.
38) Regent’s Park. Na minha opinião, um dos parques mais bonitos de Londres.
39) Holland Park. Um parque pequeno, mas muito bonito. E você ainda pode apreciar o famoso jardim japonês: Kyoto Gardens.
40) Richmond Park. É o maior parque de Londres. É 3 vezes maior que o Central Park e 7 vezes maior do que o Hyde Park.
41) Little Venice. Dá até para esquecer que está em Londres. Acho exagero chamar de “Veneza”, porque são só 2 canais e tem uma aparência mais parecida com os de Amsterdam, mas é realmente uma área super tranquila.
42) Camden Town. O bairro mais louco e alternativo de Londres. Era nesse bairro que a Amy Winehouse morava.
Londres
43) Camdem Lock. É um dos inúmeros mercados de rua (e talvez o mais louco deles).
44) Primrose Hill. Para apreciar Londres de cima e tirar excelentes fotos.
45) Hampstead Heath. Não é tão central como os outros parques, mas tem pista de tênis, de corrida, três lagos (abertos para banho) e uma vista incrível de Londres.
46) Tower Bridge. Na minha opinião, o cartão postal mais bonito da cidade. Atravessar a ponte é grátis.
Londres
47) South Bank. Cruze a ponte e faça um passeio pela região.
48) Tate Modern. Museu de arte moderna e contemporânea. São 7 andares com obras de Dali, Picasso, Monet, entre outros.
49) Millenium Bridge. Inaugurada em 2000 para celebrar a passagem do milênio.
50) Postman’s Park. Esse é para quem é fã do filme Closer. A foto em frente à placa da Alice Ayres é grátis.
51) Catedral de St Paul’s*. O preço da entrada é salgado, mas se você for durante a missa ou evensong (celebração cantada) não paga nada e ainda tem a chance de conferir de perto a apresentação do coral.
52) Museu da Guerra Imperial. Para saber um pouco mais sobre as guerras em que o Reino Unido se envolveu (incluindo a Primeira e Segunda guerras mundiais, além da Guerra Fria).
53) Museum of London (Museu de Londres). Para saber mais sobre a história da melhor cidade do mundo
54) City. Conheça o centro financeiro de Londres.
55) Museu do Banco da Inglaterra. Você pode conhecer um pouco mais da história da libra e também ver barras de ouro.
56) Loja de chá Twinings. Existe lugar melhor do que a terra da rainha para degustar um chá? Vale a pena visitar a loja, conhecer um pouco mais sobre os diversos tipos de chá e ainda rolam algumas degustações grátis.
57) Big Ben e o Parlamento Inglês. Os símbolos mais famosos da cidade. Tirar fotos de todos os ângulos possíveis é grátis. Escutar a badalada do sino do Big Ben também.
58) Abadia de Westminster*. Também dá para escapar do preço salgado da entrada indo no horário da Evensong. Veja aqui os horários. http://www.westminster-abbey.org/worship/daily-services
59) Apartamento do John Lennon. Para os beatlemaníacos, é possível tirar uma foto em frente ao apartamento que serviu de cenário para a capa do álbum Two Virgins.  Lennon e Yoko Onno moraram lá. Fica na 34 Montagu Square, Marylebone.
60) Abbey Road. Reproduzir a clássica foto dos Beatles é grátis. Só tem que ter um pouco de paciência com o trânsito.
61) Casa do Paul McCartney. Fica perto da Abbey Road, na 7 Cavendish Avenue.
62) Notting Hill. O famoso bairro do filme e suas casas coloridas.
63) Livraria Notting Hill. (aquela que apareceu no filme).
Londres
64) Portobello Market. Acontece todos os sábados de manhã. Mercado tradicional de antiguidades.
65) Canary Wharf. A área mais moderna da cidade e a minha preferida em Londres.
66) Museu das Docas (Museum of London Docklands). Construído em um antigo armazém de açúcar, conta a história da evolução financeira da cidade e mostra a importância das docas no processo.
67) Greenwich Park. O parque do famoso meridiano. Suba a colina para tirar boas fotos de Londres.
Londres
68) Greenwich Market*. Terça a domingo: artesanato e comida. Terça, quinta e sexta: antiguidades.
69) Museu Nacional Marítimo. Dedicado à Marinha do Reino Unido.
70) Old Royal Naval College. Considerado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO.
71) Cutty Sark. A visita é paga, mas apreciar o veleiro da época do Império Britânico (século 19) é grátis.
72) British Museum. É uma viagem pela história do mundoTem 8 milhões de peças históricas no acervo e é o principal museu de Londres (na minha opinião, do mundo).
73) Russell Square. Um pouco de verde no meio de tantos prédios e universidades.
74) British Library. Biblioteca Nacional do Reino Unido. 150 milhões de manuscritos, incluindo a Carta Magna e originais de Da Vinci.
75) St Pancras Clock Tower. Admirar a torre do relógio da estação King’s Cross St Pancras é grátis.

76) Plataforma do Harry Potter. Fica dentro da estação de trem King’s Cross. A plataforma 9 ¾ fica próxima à plataforma 9. A foto simulando a “partida” no trem é grátis (se você tirar com a sua própria câmera).
77) Borough Market. Um dos mais deliciosos mercados de rua de Londres.
78) A “casa” da Bridget Jones. Para os fãs do filme, a casa que era da personagem nos filmes fica em cima do Pub The Globe, no Borough Market.
79) Vinopolis PiazzaFica perto do Borough Market e é lá que você verá a famosa exposição dos guarda-chuvas coloridos.
Londres

80) Broadway Market. Todos os sábados. Mais um ótimo mercado/ferinha de rua, ainda não tão conhecido pelos turistas.
81) Mercado de Flores da Columbia Road. “Há flores por todos os lados, há flores em tudo que eu vejo”. Todos os domingos.
82) Brick Lane. Já teve um passado infeliz, pois foi nessa região que Jack Estripador praticou seus crimes.  Hoje é a área mais hipster de Londres e que exporta tendências para o resto do mundo. Destaque para as lojas e os grafites. Melhor dia para visitar é aos domingos para aproveitar os mercados. Obs: as comidas asiáticas são deliciosas.
Londres
83) Old Spitalfields Market. Mercado coberto com muitas lojas, restaurantes e a clássica feirinha de antiguidades.
84) Putney Bridge. Ponte que liga Putney ao distrito de Fulham. Só conheci essa região porque um amigo morava lá. Fica super movimentada durante a corrida dos barcos (boat race).
85) Cabine vermelha telefônica. Tirar uma foto com um dos símbolos mais tradicionais do país é grátis. Só escolha uma limpinha, porque o cheiro lá dentro pode ser cruel.
E tenho certeza que ainda faltaram muitas outras atrações grátis. Aliás, se você tem alguma para indicar, por favor nos ajude e deixe nos comentários.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Os incríveis lagos do Parque Estadual de ­Vila Velha







Quando estiver no Paraná, não deixe de visitar Ponta Grossa para ver de perto os incríveis arenitos milenares e os profundos lagos do Parque Estadual de ­Vila Velha. Eu já contei um pouco da história desse lugar e expliquei como é visitar os arenitos neste post. Agora, eu compartilho contigo como é a visita aos lagos.
As furnas – como são oficialmente chamados esses lagos – são, na verdade, rupturas de canais aquáticos subterrâneos que demoraram milhares de anos para serem formadas até ficarem como hoje podem ser vistas. Essas imensas crateras de formatos circulares têm profundidades superiores a 100 metros, sendo que aproximadamente a metade está coberta pela água que brota do lençol freático e da própria rocha que drena a água das chuvas.
A LENDA DE VILA VELHA
A lenda contada na região a respeito da origem de Vila Velha diz que essa terra foi escolhida pelos indígenas para esconder um tesouro, por eles chamados de itainhareru. Escolhidos a dedo para proteger essa riqueza, os homens que aqui viviam podiam desfrutar de toda a beleza e vida do lugar, mas jamais deveriam se apaixonar por uma mulher, já que havia o temor de que elas poderiam revelar os segredos guardados com tanto cuidado.
A fábula prossegue contando a história de Dhui, que mesmo tendo uma forte queda pelas índias, foi escolhido para comandar a guarda do tesouro. Sabendo da fraqueza do guerreiro, a tribo rival decidiu enviar uma bela índia para roubar-lhe o tesouro. O que os caciques jamais poderiam imaginar é que ambos se apaixonariam depois de compartilharem o mesmo licor de butiás, bebida que faria o guerreiro sucumbir aos encantos de Aracê.
Indignado com o fracasso de seu plano, Tupã teria, então, desencadeado um poderoso terremoto que abalou toda a região fazendo com que os arenitos aparecessem, que o tesouro se tornasse em líquido – o que hoje é a Lagoa Dourada – e que os dois amantes fossem petrificados, juntamente com a taça que continha o licor. Depois dessa desgraça, o lugar passou a ser chamado de Itacueretaba, que na língua indígena, significa cidade extinta de pedras.
Os incríveis lagos do Parque Estadual de ­Vila Velha
A plataforma por onde podiam caminhar os visitantes.
Os incríveis lagos do Parque Estadual de ­Vila Velha
O elevador que não funciona mais, na primeira furna.
São ao todo três os  lagos do Parque Estadual de ­Vila Velha. Na primeira delas foi instalado um elevador que descia 54 metros até o espelho d’água, de forma que os visitantes podiam caminhar sobre uma pequena plataforma, e contemplar essa maravilha da natureza bem de perto. Infelizmente, o elevador não está mais em operação e nós temos que nos contentar em ver parte do lago do alto, nos desviando da vegetação.
A sorte é que nessa mesma furna há um mirante que tem uma vista até legal da cratera. Mas, claro, nada se compara à possibilidade de descer até lá dentro. Seria incrível!
O segundo lago está a uma pequena caminhada daqui. As crateras são bastante semelhantes em sua formação, mas esta é ainda maior e tem um formato mais oval. Seguindo adiante, depois de um pequeno trecho de ônibus, paro novamente para ver o famoso Lago Dourado.
Os incríveis lagos do Parque Estadual de ­Vila Velha
As gotas de água que escorrem do paredão formam arco-íris quando o sol aparece.
Os incríveis lagos do Parque Estadual de ­Vila Velha
A segunda furna – ou o que dá pra ver dela.
A origem desta grande porção de água é a mesma dos outros lagos do Parque Estadual de ­Vila Velha, mas aqui o processo de erosão – que levou milhares de anos – fez com que a lâmina d’água ficasse mais próxima da superfície. No lago vivem algumas espécies de peixes que sobem à correnteza do pequeno riacho que interage com a lagoa.
Apesar de ter o nome de Lago Dourado, os visitantes não podem ver suas águas nessa cor. O fato é que esse fenômeno só acontece no fim da tarde, quando o sol se posiciona de forma que as águas passam a parecer ouro líquido, mas como as visitas acontecem bem antes disso, somos impedidos de ver essa maravilha.
Os incríveis lagos do Parque Estadual de ­Vila Velha
O Lago Dourado que só fica da cor de outro no fim da tarde.
Os incríveis lagos do Parque Estadual de ­Vila Velha
Um dos peixes que vivem por aqui.

Planeje sua visita aos lagos do Parque Estadual de ­Vila Velha

Como chegar | O Parque Estadual de Vila Velha fica na cidade de Ponta Grossa, a 80 quilômetros de Curitiba. Para chegar aqui você deve seguir pela BR-317. A entrada para o Parque fica na margem esquerda da pista e há placas identificando o acesso.
De ônibus, partindo de Curitiba, quem faz a viagem é a Princesa dos Campos. Do Terminal de Oficinas, em Ponta Grossa, partem os ônibus da linha Vila Velha que faz o trajeto até o Parque.
Os  lagos do Parque Estadual de ­Vila Velha ficam a apenas três quilômetros dos arenitos, mas como o acesso é feito por uma estrada que passa fora do Parque. Não é permitido entrar na área dos lagos sem o acompanhamento de guias e, claro, não é permitido nadar nas furnas.
Quando ir | Como fica a uma altitude de 917 metros acima do nível do mar, o clima por aqui é sempre agravável. Mesmo no verão, quando as temperaturas são mais elevadas, caminhar pela trilha é agradável. Os meses mais concorridos são dezembro e janeiro, por causa das férias escolares. Em dias de chuva, o Parque é fechado para visitantes devido ao risco de raios. O parque funciona das 8h30 às 15h30 e não abre nas terças-feiras.
Os incríveis lagos do Parque Estadual de ­Vila Velha
A guia do Parque dá as primeiras instruções antes da visita.
Quanto custa | Brasileiros pagam R$ 10 para visitar os arenitos. O passeio completo, que inclui a trilha nos arenitos, a visita às furnas e à Lagoa Dourada custa R$ 18. Estrangeiros pagam R$ 15 e R$ 25, respectivamente. Nesses valores estão inclusos o transporte interno e a orientação dos guias do Parque. Idosos, crianças de até seis anos e portadores de necessidades especiais não pagam a entrada.
Para fazer o passeio pelas furnas é preciso seguir até à recepção do Parque para comprar o ingresso. Aqui, você terá que aguardar o ônibus com o guia que lhe conduzirá pelo passeio.
Onde comer | Dentro do Parque há uma lanchonete que vende salgados e lanches rápidos. Ao longo da rodovia também há restaurantes e lanchonetes. Os pratos mais tradicionais dos Campos Gerais, essa região paranaense, têm suas origens na culinária tropeira, holandesa e alemã.
Onde ficar | Em Curitiba, os hotéis mais baratos ficam na região do Centro, que diferente de outras partes do Brasil é movimentado de dia e à noite. Aqui, eu fiquei no Curitiba Lizon Hotel, localizado praticamente em frente à estação rodoferroviária, ideal para quem vai fazer deslocamentos de trem, de carro ou de ônibus. O hotel tem estacionamento, um variado café da manhã e o atendimento é agradável.
Daqui para o Largo da Ordem, o centro histórico da capital, você leva cerca de 20 minutos caminhando. Se preferir, basta atravessar a rua para usar o transporte público. O tubo – ponto de ônibus – fica exatamente em frente ao hotel.
Se quiser ficar em uma das áreas mais nobres da cidade, sua opção deve ser o bairro Batel.
Quem leva | A Special Paraná tem pacotes que incluem o traslado, a entrada no parque e uma visita à comunidade rural menonita Witmarsun, na cidade de Palmeira. A agência faz apenas passeios privativos e é considerada uma das mais tradicionais do Paraná. Durante todo o tempo você será acompanhado por um guia experiente que lhe dará todas as informações necessárias. Esse passeio custa R$ 305, por pessoa.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Jardins europeus para visitar na primavera


1) CAMPOS DE LAVANDA (Provença – França)

Impossível não colocar na lista os campos de lavanda na Provença, embora as lavandas só comecem a florescer no fim da primavera/início do verão. A região está entre as mais populares na França. No entanto, torna-se bastante quente e lotado no verão. Por isso, é melhor visitá-lo na primavera. Um dos melhores lugares para você apreciar as lavandas é o Plateau de Valensole, mas não se preocupe pois os campos de lavanda estão espalhados por toda a Provença. E com sorte você também poderá ver lindos campos de girassóis.
jardins europeus
jardins europeus
jardins europeus

2) HALLERBOS – A FLORESTA AZUL (Bélgica)

Hallerbos (flamengo) ou Bois de Halle (francês) também não é necessariamente um jardim e sim uma floresta com lindas flores de jacinto azuis, ao sul de Bruxelas. Mas achei que ela deveria entrar na lista. É um local super popular para caminhadas, ciclismo e cavalgadas. Toda primavera, por poucas semanas, a floresta faz uma transformação mágica, se transformando num lindo tapete azul. Milhões de minúsculas flores florescem sob a sombra das árvores (que de tão altas já são um show à parte) e muitas pessoas vão até lá para apreciar a linda floresta. Eu consegui ver somente 4 vezes. Nos outros anos cheguei e o “fenômeno” já tinha acabado.
jardins europeus
jardins europeus
jardins europeus

3) JARDINS DE MONET (Giverny – França)

Este com certeza é um dos jardins mais famosos do mundo. Pessoas do mundo inteiro viajam à França especialmente para visitá-lo. Monet era um apaixonado pela jardinagem e desenhou vários jardins coloridos, cheios de flores e lagos, como verdadeiras obras de arte. Seu projeto mais ambicioso foi criar um jardim de lírios e com um lago, onde fica a ponte japonesa, um dos cartões postais do jardim. O lugar conta com salgueiros, as ninfeias, bambus japoneses, azaleias, tulipas, hortênsias, além de árvores frutíferas como limoeiros, macieiras, framboesas, entre outras espécimes. E ele foi criando seu jardim dos sonhos e com ele, pintando obras primas, como a série as Ninfeias, que podem ser vistas no belíssimo Musée d’Orangerie e nos Jardins des Tuileries, em Paris. Estar nos jardins da casa de Monet é ver os quadros desta série ao vivo e a cores!
jardins europeus
jardins europeus

4) KEW GARDENS (Londres – Inglaterra)

Uma das grandes surpresas de Londres. Para começar, o jardim é enorme (132 hectares para ser exata). Digamos que é impossível ver tudo em algumas horas. Então o bom é focar em algumas atrações e se der tempo para ver mais ótimo, caso não der – fica para uma próxima oportunidade. Eu adorei o jardim japonês . A simplicidade e tranquilidade de jardins japoneses são incríveis e o de Kew é impressionante. A peça central é o Chokushi-Mon ou Portão do Mensageiro Imperial, que foi construído para a Exposição Japão-Inglaterra em 1910. A estufa lembra muito o Jardim Botânico de Curitiba. Na Waterlily House (construída em 1852) você encontrará o gigante da Amazônia, a nenúfar Victoria amazonica. Os enormes lírios são belíssimos. E não deixe de apreciar as estrelas da primavera, as cerejeiras floridas e as lindas magnólias.
jardins europeus
jardins europeus
jardins europeus

5) KEUKENHOF (Lisse – Holanda)

Nenhuma lista de jardins europeus para visitar na primavera é completa sem a presença do Keukenhof (o parque das flores na Holanda). É um dos jardins mais incríveis que já visitei. Lá você vai encontrar tulipas das mais variadas cores e estilos e também jacintos, narcisos e outras belíssimas flores. Cerca de 80% da produção de tulipas do mundo vem da Holanda. Todos os anos, o Keukenhof tem um tema diferente. Para 2016, o tema é “A Idade de Ouro”. O período em que a Holanda floresceu com um crescimento do comércio e comércio, ciência e arte. Esta foi também a época dos exploradores do mundo e quando o comércio de tulipas prosperou. Keukenhof 2016 está aberto de 24 de março até 16 de Maio.
jardins europeus
jardins europeus
jardins europeus

EXTRA: HEERSTRASSE (Bonn – Alemanha)

Os europeus adotaram os festivais da flor de cerejeira asiáticos. As sakuras florescem e fazem as pessoas felizes em várias cidades europeias. Em Bonn foi uma das paisagens mais geniais que já vi, já que as árvores assim que florescem formam um lindo túnel na avenida. A rua tornou-se famosa depois que fotógrafos começaram a postar fotos das árvores floridas, da rua “decorada” num lindo cor de rosa. A rua fica no bairro Nordstadt, no centro da cidade, a apenas 5 minutos da famosa Casa de Beethoven. Toda primavera, torna-se uma atração popular na bela cidade histórica de Bonn.
jardins europeus
jardins europeus


segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Vivendo e aprendendo: O que fazer em Ilhabela



Entardecer em Ilhabela
Final de tarde em Ilhabela. Foto: GC/Blog êita mundo bão!
Pode parecer óbvio, mas as dicas de o que fazer em Ilhabela não ficam só em “ir para a praia”. Um dos grandes segredos e atrativos da ilha é exatamente a grande variedade de programas e passeios que é claro, incluem muita praia, mas também cachoeiras, clubes, festas, bares e restaurantes legais.
Dessa forma, seja quantos dias você for ficar (um final de semana, feriado prolongado ou até mesmo umas férias), vão aqui dicas essenciais para ver e o que fazer em Ilhabela, seja durante o dia, seja a noite.

O que fazer em Ilhabela durante o dia

1-) Visitar as melhores praias de Ilhabela

O que fazer em Ilhabela durante o dia: Praias
Praia do Sino em Ilhabela. Foto: GC/Blog êita mundo bão !
Começamos pelo básico: visitar as melhores praias de Ilhabela. Como já disse nos posts anteriores, a Ilha tem uma parte voltada para o continente e outra para o Atlântico. As praias do continente são bem calmas, ótimas para o banho, porém bem cheias. As voltadas para o oceano aberto tem mar mais agitado porém são mais selvagens e tranqüilas.
Considerando a Vila (o centro de Ilhabela), como ponto de referência do lado continentala, quanto mais ao extremo, seja ao norte, seja ao sul, mais bonita e gostosa a praia. Ao todo são mais de 40, mas segue abaixo uma lista com as mais imperdíveis para aproveitar em poucos dias, seja pela beleza, para um banho de mar ou fazer tividades aquáticas (vela, stand up paddle, caiaque, Jet ski, etc):
Litoral Sul:
-> Ilha das Cabras: Essa ilha em frente a Praia das Pedras Miúdas é o principal point de mergulho de Ilhabela é bem próximo ao centro da Vila. Acontecem muitos cursos de mergulho e batismos por lá. Lugar famoso por ter um dos mais belos pores de sol da ilha.
-> Praia do Curral: É a mais cheia, exatamente por ter a melhor infra estrutura de praia, com diversas barracas para escolher. É o lugar para ver e ser visto, ainda que o mar não seja lá muito bom para o banho (praia de tombo). Aqui o legal é fazer alguma atividade no mar, como stand up paddle ou alugar um caiaque ou Jet ski. Outra opção é curtir um dia de rei no clube de praia do DPNY Beach Hotel .
-> Praia do Veloso: Perto da do Curral é a opção mais tranquila da região, sendo a última acessada por carro pela parte sul da Ilha.
stand up paddle
Stand up paddle na Praia do Pinto em Ilhabela. Foto: GC/Blog êita mundo bão!
Litoral Norte:
-> Praia do Barreiro: É a primeira praia boa para banho perto da vila. Tem águas claras e mar calmo, com um fileira de coqueiros. Não tem muita infra estrutura.
-> Praia da Pedra do Sino: Recebe esse nome devido ao som que as formações rochosas da praia fazem quando você bate nas pedras. O acesso a elas se dá via um restaurante no lado direito da praia, através de passarelas.
-> Praia do Pinto: Pequena, de mar calmo e cheia de barracas e atividades náuticas, incluindo vela. Acesso caminhando pela praia da Armação (ver abaixo) ou pela entrada de um condomínio (no caso, precisa estacionar o carro na rua).
-> Praia da Armação: Junto com a do Pinto é boa para a prática de atividades náuticas.
-> Praia Jabaquara: É a última com acesso por carro nesse trecho norte e uma das mais bonitas da região.
Praia dos Castelhanos
Praia dos Castelhanos em Ilhabela, uma das mais bonitas. Foto: GC/Blog êita mundo bão!
Litoral leste, acessadas por passeios ou barco:
-> Praia da Fome: mais ao norte, perto da Jabaquara, com mar esverdeado e águas calmas.
-> Saco do Eustáquio: Parada para quem faz um passeio de barco até Castelhanos ou faz um passeio específico até lá. Praia linda com águas claras e esverdeadas.
-> Praia de Castelhanos: É um passeio de um dia inteiro para uma das praias mais lindas e bem preservadas da ilha.
-> Praia do Bonete: Disputa acirrada para ser uma das mais bonitas da ilha junto com Castelhanos. O acesso também é difícil, somente por barco. Vale contratar um passeio até lá.

2-) Visitar as cachoeiras

Cachoeira do Gato
Cachoeira do Gato, acessada via trilha pela Praia dos Castelhanos. Foto: Lucimap/ Flickr
Dizem que são mais de 300 cachoeiras por toda Ilha, mas algumas das maiores, mais gostosas para o banho e de fácil acesso são:
-> Cachoeira do Gato: A maior da ilha, com 80m de altura e depois uma queda mais forte de 15m. É acessada via Praia dos Castelhanos
-> Cachoeira dos Três Tombos: O maior queda tem 20m de altura. O acesso é um dos mais fáceis de toda ilha, sem necessidade de trilha: com carro, numa entrada indicada um pouco antes da Praia da Feiticeira, no litoral Sul.

3-) Aproveitar um Clube de Praia

Sea Club Ilhabela
Sea Club Ilhabela: festas durante o dia e a noite nos finais de semana. Foto: Divulgação
Além do DPNY Beach Club , há o Sea Club Ilhabela, que diferentemente do primeiro, funciona somente como clube de praia. O forte dele são as festas aos finais de semana, sendo a Sunset a mais famosa. O horário imita os clubes e festas de praia da Europa, indo das 14h até as 22h. Os ingressos podem incluir ou não consumação. Fica na praia do Saco da Capela, sendo possível ir até a pé desde a Vila. Tudo começa relaxando na piscina e depois todos acabam dançando, por isso vale levar uma roupa ou saída de praia mais legal para a noite.

4-) Onde é melhor almoçar e passear na Vila

Vila de Ilhabela
Vila de Ilhabela: gostoso também para conferir o por do sol no pier e aproveitar o final de tarde. Foto: GC/BlOG êita mundo bão!
Se por acaso você não estiver afim de comer algo numa barraca de praia, outra opção para o dia é almoçar num dos bons restaurantes da vila. Como nem tudo fica aberto durante o dia (lojas e restaurantes) os mais legais para visitar nessa hora, e com melhor custo x benefício (qualidade da comida/preço) são: Cheiro Verde, Manjericão, Copacabana Beer, Creperia N’Areia e o com nome mais condizente da ilha, a Borrachudo Sanduicheria (que ao contrario do que parece foi um dos pouco lugares que não teve ataque dos mosquitos rsrs..).
O que fazer em Ilhabela durante o dia: Por do Sol
Por do sol em Ilhabela, visto da Vila. Foto: GC/Blog êita mundo bão!
Outro passeio gostoso, tanto de dia, como durante a noite, especialmente para refrescar é ir numa das sorveterias na vila, como a mais simples, porém deliciosa, Rocha e a mais arrumadinha Gelateria Tradizionale. O final de tarde e por do sol na Vila também valem muito a pena, especialmente no pier ou se acomodando num dos bancos da praça principal voltados para o mar.

O que fazer em Ilhabela durante a noite

O que fazer em Ilhabela durante a noite: bares e restaurantes
Bar SP e pizza do Copacabana Beer para terminar a noite. Fotos: GC/Blog êita mundo bão!
Ao contrário das badaladas praias do litoral norte, como Maresias, o agito, do ponto de visto de festas, em Ilhabela acontece mesmo durante o dia e nos finais de semana, nos clubes de praias. A noite na ilha tende a ser mais tranquila com opções de bares e restaurantes para aproveitar e relaxar. Seguem aqui alguns dos mais famosos e que gostamos mais de experimentar:
-> Bares: Bar SP, La Torre e Irish Pub, sendo o último com música ao vivo praticamente todos os dias da semana.
-> Restaurantes mais requintados para jantar: Tróia (do DPNY Beach Hotel), Marakuthai, O Caminho da Pizza e Famiglia Manzoli. Os citados acima para almoço também abrem a noite e são uma opção mais econômica para o jantar.
Dicas finais:
-> Ande sempre com repelente aonde quer que você vá, em qualquer hora do dia (inclusive a noite). Os mosquitos borrachudos da ilha são impiedosos e atacam mesmo a qualquer sinal de descuido. A mordida é feia (fica inchada), dolorida e demora a sair, por isso, repelente a toda hora, o dia todo!
-> Na alta temporada os preços dos bares e restaurantes são caros, quase equivalendo com os valores da capital São Paulo. Viaje tendo consciência disso.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Ilha de Boipeba

Praia de Moreré, Ilha de Boipeba

Chegar nas praias mais bonitas e afastadas da Ilha de Boipeba não é fácil. A maneira mais rápida de ir para Moreré e Bainema é pegando uns dos “tratores” (que na verdade são jardineiras/ônibus dirigidas por tratores) que ficam no bairro de Tiririca (uns 10 minutos da praça central da ilha).
Trator Praia de Moreré, Ilha de Boipeba

A coisa chata de pegar os tratores é que você tem que esperar eles lotarem para seguir viagem até a praia. Aguardar a lotação, dessas jardineiras, bem rústicas, pode ser chato, mas depois de ver o caminho que você teria que andar, ou o tempo economizado vale a pena (pagamos R$ 5 a passagem). Muitos solavancos, rios e pontes estranhas depois chegamos no centrinho Moreré. Uns 30 metros depois e lá estava a praia…

2º dia na Ilha de Boipeba:

-> Moreré:

Praia de Moreré, Ilha de Boipeba
Surpreende ver a quantidade de casas, pousadas, bares e restaurantes nessa praia (em comparação aCueira, por exemplo). Devido a distancia do centro de Boipeba, essa infra-estrutura é essencial. O grande lance de Moreré é a maré. Na baixa, o mar recua, sem brincadeira, uns 1200 metros, criandopiscinas naturais lindíssimas, com muitooos peixes, mariscos, caranguejos, ouriços…Andar ao lado de barcos encalhados, e ver pescadores a centenas de metros de distancia é incrível.
Mergulhar nas piscinas, mornas e rasas, é uma coisa de outro mundo. Lá você pode dizer que entrou dentro do mar, sem estar no mar…Mais um pouco, seguindo reto, quase dá para se chegar na África… Já na maré alta….a faixa de areia gigante some! Um pequeno trecho para andar, se esticar, uma famosa praia de tombo para tomar banho de mar…Não que não seja gostoso também, mas o grande “tchan” de Moreré é na maré baixa, então se informe antes de ir.

-> Bainema:

Praia da Bainema, Ilha de Boipeba
Para se chegar aqui tem que se pegar uma pequena trilha a partir de Moreré. Bem sinalizada, a trilha não dura mais do que 15 minutos, mas só para garantir, leve seu repelente (ainda mais se você voltar de lá mais para o final da tarde). Ao contrário da sua vizinha, Bainema não proporciona nenhuma sombra! Nenhuma! O coqueiral não “cai” sobre a areia, mas fica mais para dentro da praia…Quem é muito branquelo tende a sofrer… o/
Praia da Bainema, Ilha de Boipeba
No começo, o mar é super aberto, o que cria ondas e traz algumas algas. É super bonito e extenso, mas para aproveitar o melhor dessa praia é preciso andar um pouco…Uns 30 minutos depois até chegar a ponta da praia…Lá é o paraíso! Águas transparentes quase caribenhas (o mais claro que eu já vi), mar calmo…é praticamente uma piscina de água salgada…lindo e vazio! Não dá para pedir mais….Na verdade dá! Nessa parte da praia tem sombra! Perfeito!
Praia da Bainema, Ilha de Boipeba
Quem ainda tiver pique pode andar um pouco mais para ver o final da Bainema e o começo da Ponta de Castelhanos. Nenhum turista, só uma família de moradores locais, mar em tons e tons de verde…Meu tipo de praia ideal! Lindo! A Ponta de Castelhanos é longe e dependendo da maré, impossível de se chegar a pé, o que foi o nosso caso…fica para uma próxima!
OBS: Atenção na hora de voltar da Bainema para Moreré. Na maré alta, atravessar o manguezal e o riozinho que separa as praias pode ser um pouco tenso. Tente voltar um pouco antes da maré começar a subir para não molhar suas coisas (principalmente se estiver com crianças e equipamentos, como máquinas e câmeras).
Praia de Moreré, Ilha de Boipeba
final da tarde pode ser aproveitado em Moreré, num dos barzinhos/pousadas simpáticos a beira da praia, sobre a sombra das amendoeiras, comendo um peixinho e vendo o sol sumir aos poucos. Os tratores fazem o trajeto até o centro de Boipeba constantemente, então não tenha pressa…Aproveite!
Deu para ver que fazer um bate-volta de Morro de São Paulo para Ilha de Boipeba é algo não recomendável. Os deslocamentos necessários para aproveitar o melhor da ilha são grandes e levam tempo. Dois dias são o mínimo, e por experiência, passaram voando. Uns três são bons para ver tudo e repetir o lugar que você achar mais bonito, alem de fazer você dar aquela desacelerada e descansada na cabeça…sim, férias!
Praia da Bainema, Ilha de Boipeba